A oração de Agur no capítulo 30 de Provérbios busca um caminho do meio entre pobreza e riqueza, dando suas razões para isso: Se for muito pobre poderá roubar, se for muito rico poderá se esquecer de Deus. O desejo de Agur é correto, mas não seria correto transformar isso em uma doutrina para a vida do cristão. Devemos sempre entender que o livro de Provérbios ensina a sabedoria e o bom senso para esta vida e para qualquer ser humano, seja ele convertido ou não.
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Não sou pastor, padre ou clérigo. Não estou ligado a qualquer denominação ou organização religiosa. Congrego somente ao nome do Senhor fora do sistema denominacional, sem templos, líderes, sacerdotes, dízimos e coisas semelhantes.
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros.
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