Li seu relato de um só fôlego até o fim e me identifiquei com muitas coisas pelas quais passou. Também sou (fui?) artista, embora sem ter exposto qualquer trabalho. Pintava a óleo e também desenhava retratos a grafite. Meu forte, porém, era o cartoon e durante o tempo da faculdade mantinha uma tira semanal no mural da faculdade que era um sucesso. Minha tese para formatura na faculdade de Arquitetura de Santos foi toda desenhada, quase como um gibi, e deu o que falar. Não só a proposta era revolucionária, como a apresentação.
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Não sou pastor, padre ou clérigo. Não estou ligado a qualquer denominação ou organização religiosa. Congrego somente ao nome do Senhor fora do sistema denominacional, sem templos, líderes, sacerdotes, dízimos e coisas semelhantes.
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros.
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