A Palavra de Deus, escrita pela inspiração do Espírito Santo, apresenta pelo menos cinco condições para se falar em línguas estranhas, ou estrangeiras, que é a tradução mais correta por se tratar de idiomas. Se forem atendidas menos do que as cinco, não poderei crer que se trate de uma manifestação do Espírito, pois se Ele Se manifestasse de uma maneira diferente daquela que ordenou, já não poderíamos mais confiar na Palavra escrita.
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Não sou pastor, padre ou clérigo. Não estou ligado a qualquer denominação ou organização religiosa. Congrego somente ao nome do Senhor fora do sistema denominacional, sem templos, líderes, sacerdotes, dízimos e coisas semelhantes.
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros.
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