Não existe na Bíblia a ideia de que ocorra uma transubstanciação durante a ceia, ou seja, que o pão transforma‑se em corpo de Cristo e o vinho em sangue. Ver Deus em objetos é costume pagão e em todos os lugares onde encontramos objetos com referência ao Senhor, na Bíblia, sempre são apenas representações ou exemplos da realidade. O Senhor Jesus disse "Eu sou a Porta", "Eu sou o Caminho", "Eu sou a Videira verdadeira", o "Pão que desceu do céu", etc.. Acerca dEle foi dito que é o "Cordeiro", a "Resplandecente Estrela da manhã", etc. E mesmo assim todos entendem que sempre falou no sentido figurado, pois jamais alguém iria adorar uma porta, uma estrada ou uma videira. A idéia transubstanciação surgiu inicialmente nos escritos de um tal de Pascácio Radberto, em 818, tendo depois sido tornado um dogma no concílio de Latrão em 1200.
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Não sou pastor, padre ou clérigo. Não estou ligado a qualquer denominação ou organização religiosa. Congrego somente ao nome do Senhor fora do sistema denominacional, sem templos, líderes, sacerdotes, dízimos e coisas semelhantes.
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros.
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